Paciente: Maria S., 48 anos. Histórico: tabagista há 20 anos. Relata não realizar o exame preventivo (Papanicolau) há oito anos e só realizou uma vez por participar de uma ação social e teve curiosidade em fazer, mas, como se sentiu muito incomodada com o procedimento, decidiu não mais fazer como determinado pela OMS com a periodicidade recomendada. Ela procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) queixando-se de sangramento pós-relação sexual e corrimento vaginal intenso com odor fétido persistente há três meses. De imediato, foi realizada a coleta ecto e endocervical. Ao exame especular, observou-se uma lesão exofítica e friável no colo do útero, sangrante ao toque. O resultado do exame revelou achados citológicos (lâmina): a microscopia revelou alta celularidade com as seguintes características:
